terça-feira, 28 de abril de 2009

TOTALITARISMO




O TOTALITARISMO
Entende-se por Totalitarismo o tipo de Estado, difundido na Europa entre as duas grandes guerras mundiais, que exerce um enorme controle sobre todas as atividades sociais, econômicas, políticas, culturais e religiosas. A direção do aparelho estatal está a cargo de um único partido político ou de um chefe.
Os fatores que propiciaram a formação deste Estado foram o final da Primeira Guerra Mundial e a conseqüente crise política, econômica e social dos países europeus; a crise mundial de 1929; o avanço das idéias socialistas e a experiência.


A CRISE MUNDIAL DE 1929.


Durante a Primeira Guerra Mundial os Estados Unidos da América tiveram um enorme crescimento econômico, tornando-se uma grande potência mundial. Este crescimento econômico norte-americano gerou uma forte onde de otimismo na sociedade, à qual passou a ser caracterizada pelo consumismo.
No entanto, esta euforia de consumo será interrompida – em virtude dos progressos técnicos e a conseqüente onda de desemprego. A seguir os principais fatores da crise de 1929 nos Estados Unidos da América



- a diminuição do consumo, em razão da diferença entre o aumento dos salários ser menor
que o aumento da produção, gerando uma diminuição do consumo e a falência de várias indústrias;
- a superprodução agrícola, devido ao processo de evolução tecnológica no campo e pela recuperação da agricultura européia, após a Primeira Guerra. Tais fatores provocaram um excedente da produção agrícola;



- o crack da bolsa de Nova Iorque, decorrente da euforia de otimismo no crescimento industrial norte-americano, as ações de muitas empresas – negociadas na bolsa – estavam supervalorizadas, bem maior que o real capital da empresa. Com o início das falências, muitos acionistas procuraram vender suas ações, provocando uma brutal queda em seus valores. No dia 24 de outubro de 1929 – Quinta-feira Negra - a bolsa de valores de Nova Iorque conheceu sua maior baixa, sendo o estopim para uma das maiores crises capitalistas de toda história, iniciando-se a chamada Grande Depressão.



Para solucionar os graves problemas econômicos e sociais, o presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt, elaborou um plano de intervenção do estado na economia, conhecido como New Deal.
O plano estimulava a economia, através de grande obras públicas e por um conjunto de mecanismos sociais, que ampliaram o poder compra dos norte-americanos. Os efeitos da crise norte-americana foram mundiais, em razão da forte dependência econômica das demais nações. A diminuição das exportações e importações para com os Estados Unidos trouxe uma onda desempregos e falências aos outros países. Esta crise econômica e social, somada aos efeitos da Primeira Guerra, fortaleceram as idéias socialistas e o avanço do movimento operário, bem como dos Partidos Comunistas.
Para conter o avanço da esquerda, as forças de direita passam a se organizar, surgindo assim as idéias contra-revolucionárias. O primeiro país a conhecer um regime totalitário foi a Itália – antes da crise de 1929.


O FASCISMO ITALIANO
As origens do fascismo italiano estão na inflação, no enorme desemprego e no nacionalismo exaltado – surgidos após a Primeira Guerra Mundial.
A grande crise econômica da Itália pós-guerra fez desenvolver o Partido Socialista, porta voz da classe trabalhadora, que passa a liderar os movimentos, impondo uma série de greves, acentuando a crise.

E neste contexto que Benito Mussolini funda o Partido Fascista e monta as Esquadras – tropas de choque do partido que utilizavam da violência contra seus adversários. O fascismo será fortalecido pelo apóio da classe média e da grande burguesia – temerosos da agitação social pelo qual passava o país.
O acesso ao poder deu-se em outubro de 1922, após uma exibição de força dos “camisas negras” (militantes fascistas) – a chamada Marcha sobre Roma.


Realizações do fascismo italiano:

Assinatura do Tratado de Latrão ( 1929 ) – acordo entre o Estado e a Igreja Católica resolvendo o problema – originado na unificação italiana – da Questão Romana e criando o Vaticano – território sob autoridade do papado. Ficou estabelecido que o ensino da religião católica seria obrigatório nas escolas públicas.
Organização de um Estado corporativo, onde todos os profissionais do mesmo ramo estavam em uma mesma corporação – patrões e empregados, procurando acabar com as lutas de classes.

O Estado passou a ser o mediador da questão social (capital x trabalho), proibindo as greves e criando uma legislação trabalhista. O Estado patrocinou a construção de grandes obras públicas, investimentos na área industrial – setor automobilístico, construção naval, hidroelétricas etc...

O Nazismo alemão.

As origens do nazismo alemão encontram-se, primeiramente, com o final da Primeira Guerra Mundial, responsável por uma grave crise política, econômica e social. Estas crises serão acentuadas após a assinatura do Tratado de Versalhes – impondo uma pesada indenização e perdas territoriais. Estas crises provocaram agitações sociais e o avanço das idéias socialistas.
Procurando conter tal avanço foi fundado, aos moldes do fascismo italiano, o Partido nacional -socialista dos Trabalhadores Alemães – o Partido Nazista. A direção do partido ficou a cargo de
Adolf Hitler. Este, em seu livro Mein Kampf (Minha luta), sistematizou os principios fundamentais da ideologia nazista: anticomunismo, nacionalismo exacerbado, contra o Tratado de Versalhes, o Estado totalitário, a superioridade da raça ariana e a teoria do espaço vital ( necessidade de ampliação do território para desenvolvimento da raça ariana ).
Em novembro de 1923 os nazistas tentaram um golpe de Estado- o Putsch de Munique. A
tentativa foi fracassada sendo alguns líderes presos, entre eles Hitler.


A chegada ao poder
A ascensão dos nazistas está relacionada com o agravamento da crise econômica na Alemanha, em decorrência dos reflexos da crise mundial de 1929, ampliando o desemprego, a inflação e a miséria da população. Nas eleições de 1932 o Partido Nazista ficou muito fortalecido – conquistando 280 cadeiras. Seus adeptos cresciam cada vez mais, tendo as SA (tropas de choques ) e as SS ( tropas de assalto ) como organizações de combate aos adversários. No mesmo ano, Hitler era nomeado chanceler.
No ano de 1933, após o incêndio do Reichstag ( parlamento ), os nazistas implantaram a ditadura nazista: dissolução dos sindicatos, estabelecimento da censura aos meios de comunicação, extinção de todos os partidos políticos- exceto o Partido Nazista, e início do terror – perseguições aos judeus e outras minorias.
Em 1934, com a morte do presidente Hindenburg, Hitler acumulou as funções de chanceler e
de presidente – decisão que foi confirmada por um plebiscito. Foi fundado assim o III Reich
alemão.

Realizações do nazismo
A criação de um Estado fortemente intervencionista favoreceu a eliminação do desemprego e
patrocinou o desenvolvimento industrial – principalmente a indústria bélica. Foram criados campos de concentração, destinados aos comunistas, socialistas, liberais e judeus.

Os aspectos do nazi-fascismo.

Pode-se identificar características comuns a estes dois regimes:
Nacionalismo exacerbado, totalitarismo, corporativismo, militarismo, anticomunismo, expansionismo territorial.
A ideologia nazista apregoava ainda a superioridade da raça ariana, destinada a se impor às raças inferiores, como os judeus, os negros, os latinos etc...
A consolidação dos regimes totalitários – com suas idéias nacionalistas e militares – desenvolveu sentimentos imperialistas sendo responsáveis, entre outras coisas, pela Segunda
Guerra Mundial.


EXERCÍCIOS
1) (UNITAU) – O nazismo e o fascismo surgiram:
a) do desenvolvimento de partidos nacionalistas, com pregações em favor de um Executivo
forte, totalitário, com o objetivo de solucionar crises generalizadas diante da desorganização
surgida após a Primeira Guerra Mundial;
b) da esperança de conseguir estabilidade com a união das “doutrinas liberais” de tendências
individualistas;
c) com a instituição do parlamentarismo na Itália e na Alemanha, agregando partidos
populares;
d) com o enfraquecimento da alta burguesia e o apoio do governo às camadas lideradas pelos
sindicatos socialistas;
e) do coletivismo pregado pelos marxistas.


2) (FUVEST) – A ascensão de Hitler ao poder, no início dos anos trinta, ocorreu:
a) pelas mãos do Exército alemão, que quis desforrar-se das humilhações impostas pelo
Tratado de Versalhes;
b) através de uma ação golpista, cuja ponta de lança foram as forças paramilitares do Partido
Nazista;
c) em conseqüência de uma aliança entre os nazistas e os comunistas;
d) a partir de sua convocação pelo presidente Hindenburg para chefiar uma coalizão
governamental;
e) através de uma mobilização semelhante à que ocorreu na Itália, com a marcha de Mussolini
sobre Roma.

3) (UFSC) – Os regimes totalitários, que polarizaram a política européia no período entreguerras
(1919-1939), apresentam muitos aspectos comuns, conservando cada um suas
peculiaridades.
Assinale os aspectos que caracterizam o nazismo.
01) Ocorreu na Alemanha
02) Racismo
04) Anti-semitismo
08) Internacionalismo
16) Antimarxismo
32) Ocorreu na Itália

4) (PucCamp) – uma das leis baixadas por Mussolini dizia o seguinte: “...nenhuma questão
será incluída na ordem do dia no Parlamento sem a ordem do chefe de Estado”. Assim, o
Parlamento:
a) adquiriu o poder moderador entre os interesses da população e do poder executivo;
b) passou a representar o equilíbrio das forças nacionalistas e internacionalistas;

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Brasil nos quadros do antigo sistema colonial


O Brasil nos quadros do antigo sistema colonial

Novais, Fernando A. In: Brasil em Perspectiva (org. Carlos G. Bota). Difusão Européia do Livro, São Paulo, 1971, pp. 47 - 52

A História do Brasil, nos três primeiros séculos, está intimamente ligada à da expansão comercial e colonial européia na época moderna. Parte integrante do império ultramarino português, o Brasil-colônia refletiu, em todo o largo período da sua formação colonial, os problemas e os mecanismos de conjunto que agitaram a política imperial lusitana. Por outro lado, a história da expansão ultramarina e da exploração colonial portuguesa se desenrola no amplo quadro da competição entre as várias potências, em busca do equilíbrio europeu; desta forma, é na história do sistema geral de colonização européia moderna que devemos procurar o esquema de determinações dentro do qual se processou a organização da vida econômica e social do Brasil na primeira fase de sua história, e se encaminharam os problemas políticos de que esta região foi o teatro. Procuraremos sintetizar as linhas mestras do sistema colonial da época mercantilista, tentando marcar a posição do Brasil nesse contexto.
A atividade colonizadora dos povos europeus na época moderna, inaugurada com a ocupação e utilização das ilhas atlânticas, e logo desenvolvida em larga escala com o povoamento e valorização econômica da América, distingue-se da empresa de exploração comercial que desde o século XV já vinham realizando os portugueses nos numerosos entrepostos do litoral atlântico-africano e no mundo indiano. Efetivamente, a empresa colonial é mais complexa, envolvendo povoamento europeu, organização de uma economia complementar voltada para o mercado metropolitano. Em outras palavras, pode-se dizer que nos entrepostos africanos e asiáticos a atividade econômica dos europeus (pelo menos nesta primeira fase) se circunscreve nos limites da circulação das mercadorias; a colonização promoverá a intervenção direta dos empresários europeus no âmbito da produção. Contudo, se é possível e mesmo útil estabelecer a distinção, cumpre acrescentar logo em seguida que, no processo histórico concreto as duas formas não são sucessivas, mas coexistentes; e mais, o caráter de exploração comercial não é abandonado pela empresa ultramarina européia, quando ela se desdobra na atividade mais complexa da colonização. Pelo contrário, esse caráter de exploração mercantil marca profundamente o tipo de vida econômica que se organizará nas áreas coloniais. A colonização da época moderna se apresenta, pois, em primeiro lugar, como um desdobramento da expansão marítimo-comercial européia que assinala a abertura dos Tempos Modernos [... ]
Como desdobramento da expansão comercial, a colonização se insere no processo de superação das barreiras que se antepuseram, no fim da Idade Mordia, ao desenvolvimento da economia mercantil, e ao fortalecimento das camadas urbanas e burguesas. Com efeito, o renascimento do comércio, vigorosamente consolidado a partir do século XI, intensificara o ritmo das atividades econômicas no curso de toda a segunda Idade Média; entretanto, no final do período, sobretudo a partir do século XIV, uma série de fatores internos e externos põem em xeque a possibilidade de se prosseguir na linha de desenvolvimento econômico, desencadeando um conjunto de tensões, através das quais se criam condições, ao mesmo tempo para as mudanças na organização política européia e para a abertura de novas rotas e conquistas de maiores mercados [... ] Devemos reter aqui apenas os elementos indispensáveis para a compreensão da história do sistema colonial, organizado em função desse movimento. Para tanto, cumpre destacar a conexão que vincula os dois processos paralelos de expansão mercantil e a formação de Estados de tipo moderno.
Realmente, a abertura de novas rotas, a fim de superar os entraves derivados do monopólio das importações orientais pelos venezianos e muçulmanos e a escassez do metal nobre, implicavam em dificuldades técnicas (navegação do Mar Oceano) e econômicas (o alto custo de investimentos, o grau muito elevado de risco da empresa, o que exigia larga mobilização do recursos; as formas de organização empresarial então existentes, por seu turno, dado seu caráter embrionário, revelavam-se incapazes do propiciar a acumulação de meios indispensáveis ao empreendimento. Desta forma, o Estado centralizado, capaz de mobilizar recursos em escala nacional, tornou-se um pré-requisito à expansão ultramarina; por outro lado desencadeados os mecanismos de exploração comercial e colonial do ultramar, fortalece-se reversivamente o Estado colonizador. Em outras palavras, a expansão marítima, comercial e colonial, postulando um certo grau de centralização do poder para tornar-se realizável, constitui-se, por seu turno, em fator essencial do poder do Estado metropolitano.
Temos assim os dois elementos essenciais à compreensão do modo de organização e dos mecanismos de funcionamento do antigo Sistema Colonial: como instrução de expansão da economia mercantil européia, em face das condições desta nos fins da Idade Média e início da Época Moderna, toda atividade econômica colonial se orientará segundo os interesses da burguesia comercial da Europa; como resultado do esforço econômico coordenado pelos novos Estados modernos, as colônias se constituem em instrumento de poder das respectivas metrópoles. Na medida em que os velhos reinos medievais se organizam em Estados do tipo moderno, unificados e centralizados, vão, uns após outros abrindo caminho no ultramar e participando da exploração colonial: Portugal, Espanha, Países-Baixos, França, Inglaterra, do século XV ao XVII realizam sucessivamente a transição para a forma moderna de Estado, e se lançam à elaboração de seus respectivos impérios coloniais. Paralelamente, agudizam-se as tensões políticas entre as várias potências, e os problemas tradicionais da velha Europa se complicam com novos atritos pela partilha do mundo colonial; o equilíbrio europeu, quimera constante da diplomacia na época Moderna, torna-se cada vez mais difícil, enquanto se sucedem as hegemonias coloniais ou continentais.
É emoldurada no complicado quadro dessas tensões que se desenrola a história da colonização e do sistema colonial [... ] incorporou da expansão comercial, da qual foi um desdobramento.
O monopólio do comércio das colônias pela metrópole define o sistema colonial porque é através dele que as colônias preenchem a sua função histórica, isto é, respondem aos estímulos que lhes deram origem que formam a sua razão de ser, enfim, que lhes dão sentido. E realmente, reservando a si com exclusividade a aquisição dos produtos coloniais, a burguesia mercantil metropolitana pode forçar a baixa dos seus preços até o mínimo além do qual se tornaria antieconômica a produção; a revenda, na metrópole ou alhures a preço de mercado, cria uma margem de lucros do monopólio apropriada pelos mercadores intermediários: se vendido no próprio mercado consumidor metropolitano os produtos coloniais, transferem-se rendas da massa da população metropolitana (bem como dos produtores coloniais) para a burguesia mercantil; se vendidos em outros países trata-se de ingresso externo, apropriado pelos mercadores metropolitanos. Igualmente, adquirindo a preço de mercado, na própria metrópole ou no mercado europeu, os produtos de consumo colonial (produtos manufaturados sobretudo), e revendendo-os na colônia a preços monopolistas, o grupo privilegiado se apropria mais uma vez de lucros extraordinários. Num e noutro sentido uma parte significativa da massa de renda real gerada pela produção da colônia é transferida pelo sistema de colonização para a metrópole e apropriada pela burguesia mercantil; essa transferência corresponde às necessidades históricas de expansão da economia capitalista de mercado na etapa de sua formação. Ao mesmo tempo, garantindo o funcionamento do sistema, face às demais potências, e diante dos produtores coloniais e mesmo das demais camadas da população metropolitana, o Estado real' a política burguesa, e simultaneamente se fortalece, abrindo novas fontes de tributação. Estado centralizado e sistema colonial conjugam-se pois para acelerar a acumulação de capital comercial pela burguesia mercantil européia.


domingo, 19 de abril de 2009



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COC EM SUA CASA - LIVRO ELETRÔNICO DE HISTÓRIA

1. O NASCIMENTO DA HUMANIDADE
2 . A REVOLUÇÃO NEOLÍTICA





























PRÉ-HISTÓRIA (Origem do homem - 4.000 a.C.)
É o período que vai do surgimento dos primeiros hominídeos que deram origem à espécie humana até a invenção da escrita, e é o período em que se observa o surgimento do Homem e sua evolução biológica e cultural.

Devemos observar que a invenção da escrita não ocorreu ao mesmo tempo em todo o planeta, e que os vestígios deixados pelos nossos ancestrais podem indicar pistas de sua passagem pela Terra,mesmo que eles não tenham deixado registros escritos.
A PERIODIZAÇÃO DA PRÉ-HISTÓRIA
Baseada numa visão evolucionista do processo histórico.
·
Paleolítico.
· Mesolítico.
· Neolítico.
· Idade dos Metais.

PALEOLÍTICO OU IDADE DA PEDRA LASCADA
(Até Aproximadamente 10.000 a.C)
Por viver da caça e da coleta o homem era nômade de vivia coletivamente.
-
regime de comunidade primitiva
- atividades econômicas: caça, pesca e coleta de frutos, raízes e ovos.
- instrumentos rudimentares feitos de ossos, madeiras ou lascas de pedra (sílex): raspadores, furadores.
- nomadismo.
- controle do fogo.
- habitação: cavernas, copa de árvores ou choças feitas de galhos.
- propriedade coletiva das terras, águas e bosques.
- pintura rupestre.
- sepultamento dos corpos.

NEOLÍTICO OU IDADE DA PEDRA POLIDA
(Aproximadamente 10.000 - 4.000 a.C)

Com a revolução agrária o homem tornou-se sedentário.
Teve início a transição do coletivismo para o individualismo.
Agrupados em comunidades, firmaram os rudimentos das trocas das propriedades e da urbanidade.
-Revolução Neolítica ou Agrícola
-Agricultura: cultivo de plantas.
-Pecuária: criação (domesticação) de animais.
-Importância dada à fecundidade da terra e da mulher.
- aldeias.
- sedentarização.
- aumento da população.

IDADE DOS METAIS
Dissolução das comunidades neolíticas e formação de aglomerados urbanos

- cobre, bronze e ferro.
- produção de excedente.
- aumento da população.
- armas.
- aparecimento das classes sociais e da produção destinada a troca e não somente ao consumo pessoal.
- desigualdade social.
- propriedade privada.
- Estado.
- escrita.
- Civilização: sociedades baseadas no regime de servidão coletiva, de Estado absoluto (sociedades asiáticas: Egito e Mesopotâmia); e sociedades escravistas (Grécia e Roma).

PERIODIZAÇÃO DA HISTÓRIA

A periodização tradicional ou cronológica da História, começou a ser utilizada no século XVIII, na Europa. Segundo essa visão, a História poderia ser dividida em Idades, marcadas pelos fatos históricos que determinam início e fim de cada uma. Vejamos:
- IDADE ANTIGA
ORIENTAL (MESOPOTÂMIA, EGITO, CHINA, ÍNDIA, FENÍCIOS, PERSAS E HEBREUS)
OCIDENTAL (GRÉCIA E ROMA)
- IDADE MÉDIA
- IDADE MODERNA
- IDADE CONTEMPORÂNEA



http://professorajack.blogspot.com/



O NASCIMENTO DA HUMANIDADE

UNIDADE Eixo: A força do conhecimento e da criatividadeConteúdo: Pré-História