segunda-feira, 1 de junho de 2009

imperialismo




Imperialismo Norte-Americano na América Latina

Aula 26 - Imperialismo Norte-Americano na América Latina

O imperialismo norte-americano
Pode ser dividido em duas etapas:
Interna: ocupação do território dos Estados Unidos de 1803 a 1853. Com a ocupação de novas regiões do Atlântico ao Pacífico, Destino Manifesto. Guerra Civil (Secessão 1861-1865).
Externa: imperialista, com a Segunda Revolução Industrial.
– 1898 – ocorreu a anexação do Havaí e no mesmo ano a Guerra Hispano-Americana que resultou no Tratado de Paris, marcando a preponderância dos Estados Unidos sobre Cuba; Porto Rico; ilhas Guam e Filipinas.

– O Big Stick (1904) Theodore Roosevelt (1901 a 1909) enviou ao Congresso um documento que ficou conhecido como Corolário Roosevelt, que pode ser entendido como uma complementação da Doutrina Monroe (proibia às potencias estrangeiras estender seus domínios no Novo Mundo) de 1823.
# visando preservar seus interesses econômicos e políticos, os Estados Unidos garantiram-se o direito de interferir nos negócios dos países latino-americanos e se necessário com o uso da força, para garantir seus interesses. (Panamá; República Dominicana; Haiti; Nicarágua).
– 1902  Emenda Platt. Instituía o direito de intervenção dos Estados Unidos no país, além de conceder aos americanos uma área de 117 quilômetros quadrados, a baía de Guantánamo. (a Emenda somente foi retirada em 1934, já no contexto da Política da Boa Vizinhança).

– A Política da Boa Vizinhança (1932) Franklin Delano Roosevelt Embora preservasse a hegemonia norte-americana sobre a América Latina, assumiu uma feição mais cordial. Alinhamento dos países latino-americanos com os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial e na Guerra Fria.

– Aliança para o Progresso (Kennedy)  dar assistência às populações carentes da América Latina, visando evitar o surgimento de focos revolucionários que pudessem seguir o exemplo da Revolução Cubana.

– Segurança do Hemisfério  apoio dos Estados Unidos às ditaduras militares implantadas a partir de 1964.

– Defesa dos Direitos Humanos (Jimmy Carter)  redução do apoio dos EUA às ditaduras militares latino-americanas.




terça-feira, 26 de maio de 2009

AVISO

GALERA.. TO MEIO DAUDAU.... POR PROBLEMAS DE SAÚDE ... MAS LOGO VOLTO PARA ATUALIZAR O BLOG... BJS E ABRAÇOS

terça-feira, 19 de maio de 2009

VIDEO RAPIDOS.... VEJA ESSE CLIP E E DEZZZZ..

DICAS DE HOJE ( FILMES).. mas um filme para você pensar...


Um jovem casal acaba de se mudar para a sua casa dos sonhos, na Califórnia, e torna-se alvo do vizinho, que é contra o casamento deles por serem de raças diferentes. O vizinho é um homem severo, pai solteiro e policial de Los Angeles que elegeu a si mesmo cão de guarda da vizinhança. Suas patrulhas noturnas a pé e sua excessiva vigilância trazem conforto para alguns, mas ele se intromete cada vez mais na vida do casal. Essas constantes intromissões fazem com que o casal resolva reagir.

MINHA OPINIÃO PESSOAL: Samuel L. Jackson só tem em seu currículo filmes de gabarito, não e a toa que O VIZINHO surpreendente, no começo você que o filme vai ser normal dentro das expectativas.... mas você se surpreendente o que pode ver, nas entrelinhas... se tratando de racismo.....preste atenção onde você menos
espera


» Palavras-chave: polícia, racismo, subúrbio

DICAS DE HOJE ( FILMES)... racismo - contra negros, hispânicos, orientais - que ficou ainda mais forte nos E.U.A após os atentados de 11 de setembro



"Você pensa que conhece a si mesmo. Você não faz idéia". Essa é uma das frases de divulgação do sensacional Crash - No Limite, um filme que necessita de apenas 113 minutos para provar o quanto cada um de nós nos desconhecemos profundamente. Crash é a estréia na direção de Paul Haggis, que tem no currículo uma indicação ao Oscar pelo majestoso roteiro de Menina de Ouro, de Clint Eastwood, o filme mais triste dos últimos tempos. Porém, o que é tristeza no filme de Eastwood, no filme de Haggis é aterrorizantemente real. Crash poderia muito bem se chamar Magnólia II, tamanha as semelhanças com o filme de Paul Thomas Anderson, um dos melhores filmes dos últimos dez anos, no mínimo.

Na verdade, é só a estrutura de Crash e Magnólia que é praticamente idêntica. Troque a famosa chuva de sapos por neve caindo, Aimee Mann por Bird York e o tema central (o perdão em um, o autoconhecimento no outro) e cá estamos novamente à frente de um grande filme. Crash - No Limite é uma porrada sem dó no estômago movida a base de grandes clichês (como a vida). Cuidado. Muitos se assustam quando descobrem o quão pouco se conhecem. Ponto pra Sandra Bullock, que queria tanto fazer parte do elenco que pagou ela própria sua passagem de avião para se dirigir ao set de filmagens. O pequeno microcosmo de Los Angeles via Crash ainda conta com Don Cheadle, Ryan Phillippe, Brendan Fraser, Thandie Newton e Matt Dillon, todos em atuações impecáveis.

A idéia do filme surgiu de um quase trágico acontecimento real. Há quase dois anos, o diretor Paul Haggis foi vítima de um seqüestro-relâmpago em Los Angeles. Com uma arma encostada na cabeça, o então diretor de televisão e sua mulher rodaram durante horas pela cidade antes de serem soltos. Haggis reconstrói o episódio no filme, e discute de forma brilhante o racismo - contra negros, hispânicos, orientais - que ficou ainda mais forte nos Estados Unidos após os atentados de 11 de setembro de 2001. Tudo em Crash vai e volta. Em uma cena, vemos uma atendente de plano de saúde - negra - negando uma assinatura para um rapaz, um policial racista cujo pai está sofrendo muito com infecção urinária. O motivo da negação da assinatura é a atitude racista do rapaz. Na cena que fecha o filme, a mesma atendente tem seu carro atingido no trânsito. Ela deixa o veiculo, vê que o homem que saiu do carro é oriental e solta: "Como você faz uma coisa dessas? Você nem é americano!". Crash é o racismo visto por todos lados.

Mas mais do que racismo, o filme de Paul Haggis discute o quão pouco nos conhecemos. Você seria capaz de matar alguém? Não? Mesmo que isso lhe custasse a vida? Mesmo que isso custasse a vida do seu irmão, do seu filho, da sua mãe? Você reagiria contra um policial valentão que, com a arma na cintura, desliza os dedos pelo corpo de sua mulher durante uma revista exatamente na sua frente? Não? Mesmo com sua mulher chorando e pedindo para que você faça algo? É melhor um "covarde" vivo do que um valentão morto? Bem, como diria outro, cada caso é um caso. Crash exibe com crueza vários casos que movimentam o microcosmo de Los Angeles. Chega a sufocar o espectador com seu ritmo direto e suas pequenas histórias.

No núcleo central de Crash convivem um senador (Brendan Fraser) e sua esposa dondoca (Sandra Bullock), recém assaltados por hispânicos; um chaveiro (Michael Pena), um policial racista (Matt Dillon) com seu jovem parceiro (Ryan Phillippe) transpirando honestidade; dois negros assaltantes; um agente policial (Don Cheadle) cujo irmão é ladrão e a mãe é doente; um produtor de TV e sua esposa; e uma família persa que é confundida como árabe, entre muitos outros temas secundários, como tráfico de pessoas e venda de armas. A vida de todos estes personagens se cruza no dia-a-dia de Los Angeles entre acidentes de carro, assaltos e doses generosas de realidade. Não há protagonistas principais. Em Crash, todas as histórias têm peso igual de importância, o que confere ao filme uma forte unidade e coerência.

Com um orçamento baixíssimo para os padrões hollywoodianos (US$ 6,5 milhões), Paul Haggis conseguiu criar um grande filme, que vasculha os mistérios da personalidade de forma impar, mapeia o sentimento de terror em que a vive a sociedade norte-americana nos dias de hoje, discute racismo sem soar piegas ou demagogo, e ainda consegue mostrar lirismo em uma pequena cena, em que um pai conta uma história para sua filha de forma tocante, transformando a passagem em um dos momentos mais belos do cinema recente. Um filme para se ver duas vezes... ou mais.



GENTE O FILME É MUITO BOM... ESPERO TER TEMPO PARA PASSAR PARA VOCÊS....